Cursos Busca Empresas Busca Produtos

 

| Assine | Anuncie | Contato  | Indice  |

Edição Janeiro 2007

Surto de leishmaniose contamina 
12 mil cães em Penápolis


 

 

 

Surto preocupa autoridades

A prefeitura de Penápolis, a 491 km de São Paulo, divulgou nesta segunda-feira dia 8, que cerca de 12 mil cães da cidade estão com leishmaniose. A doença é transmitida por mosquitos, é altamente contagiosa e pode levar à morte animais e humanos.
O inquérito que avalia cães doentes na cidade ainda não terminou, mas o resultado já é preocupante. 
De acordo com especialistas, o problema só pode ser resolvido se a população colaborar no combate à doença, entregando os animais infectados para serem sacrificados. Porém, o grande problema é que a maioria das pessoas, por amor ao animal, não os entrega à morte. Os cães contaminados não têm cura e mantê-los vivos só contribui para a proliferação da doença, inclusive em pessoas. 
O ministério público de Penápolis vai entrar no caso. De acordo com o promotor Marinaldo Basílio Ferreira, aqueles que tiverem cães contaminados e não tomarem providências poderão ser responsabilizadas criminal, civil e administrativamente. Isso porque a doença põe em risco a saúde da população.
O alerta também vem de quem teve a doença. Uma moradora teve como diagnóstico inicial leucemia e só depois de passar por muitos médicos é que descobriu que estava com leishmaniose.
A leishmaniose ou leishmaníase ou calazar é a doença provocada pelos parasitas unicelulares do género Leishmania. Há três tipos de leishmaníase: visceral, que ataca os orgãos internos, cutânea, que ataca a pele, e mucocutânea, que ataca as mucosas e a pele. 
No Brasil existem as três formas da doença. A leishmaniose visceral é uma doença grave que danifica órgãos como baço, fígado, e a medula óssea. Se não tratada, pode ser mortal em pouco tempo.
 

SPN Comunicação Integrada
Contato 11 2694-8775 contato@petlink.com.br

SHOPPING